terça-feira, 10 de abril de 2012

Exercícios de Linguagem para Afasia




Lista com alguns exercícios práticos para treinamento de habilidades cognitivas em Afásicos.

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sábado, 7 de abril de 2012

Dia Internacional da conscientização sobre o ruído

Nova terapia para redução de zumbido no ouvido


Técnica, desenvolvida na Alemanha, está sendo testada na Grã-Bretanha



O zumbido afeta pelo menos 28 milhões de brasileiros
Foto: Ricardo Gomes

O zumbido afeta pelo menos 28 milhões de brasileirosRICARDO GOMES


LONDRES — Um tratamento personalizado para o zumbido no ouvido, que consiste basicamente em fazer o paciente ouvir determinados sons por meio de fones, pode ser uma nova esperança para milhões de pessoas no mundo inteiro, segundo um estudo realizado na Alemanha. A terapia, pouco usual, foi criada para “resetar” (ou ligar e desligar) as células nervosas auditivas no cérebro e fazer com que elas deixem de falhar.
Conhecida como Neuromodulação Acústica com Reset Coordenado (Neuromodulação Acústica CR, em inglês), a terapia reduziu os sintomas do zumbido em três quartos dos pacientes num ensaio clínico realizado na Alemanha. Disponível naquele país desde 2010, o tratamento também é oferecido desde o ano passado na Clínica do Zumbido, em Londres — ao preço salgado de 4.500 libras.
Segundo dados de 2010 da Organização Mundial da Saúde (OMS), o zumbido afeta 278 milhões de pessoas. No Brasil, são 28 milhões de pacientes que convivem com a sensação de ruído constante no ouvido. Nos casos mais graves, o problema pode levar a perda de sono, depressão e ansiedade.
Até agora incurável, o tratamento do zumbido costuma ter o objetivo de ajudar o paciente a ignorar o barulho incômodo e continuar levando sua vida normalmente. A nova terapia, portanto, constitui um avanço considerável neste cenário.
A Neuromodulação Acústica CR foi desenvolvida a partir de terapias que envolvem o estímulo dos neurônios por meio de uma sonda introduzida no cérebro, usadas em doenças neurológicas como Parkinson. Mas, diferentemente da invasiva técnica chamada de Estimulação Cerebral Profunda, tudo o que este procedimento requer é que os pacientes usem um par de fones de ouvido especial por algumas horas por dia.
Os fones emitem uma série de tons afinados com a frequência característica do tipo de zumbido que aflige o paciente. A ideia é que isso perturbe os padrões rítimicos de zumbido criados pelas células nervosas auditivas.
O estudo alemão envolveu 63 pacientes, que foram divididos em dois grupos: um recebeu tratamento genuíno e outro, placebo. Os pesquisadores pediram a todos eles que avaliassem a altura e o nível de perturbação causado pelo zumbido, e mediram suas ondas cerebrais.
No grupo de pacientes realmente tratados, uma melhora significativa foi percebida num prazo de 12 semanas, e persistiu por dez meses. Uma das formas de mensuração dos sintomas, chamada de Questionário do Zumbido, mostrou uma resposta positiva em 75% deles. As alterações cerebrais relativas ao zumbido também foram revertidas pela terapia.

Entre os pacientes que receberam placebo, porém, não houve melhora.

Os resultados do teste clínico, conduzido pelo professor Peter Tass no Centro de Pesquisa Julich, na Alemanha, foram apresentados à Associação Médica Britânica e mencionados na revista “Restorative Neurology and Neuroscience”. Na Alemanha, a técnica já foi usada em mais de dois mil pacientes.

— Este trabalho, um marco acadêmico, é o primeiro ensaio clínico em humanos do conceito CR, e seus resultados foram extremamente encorajadores. Como o primeiro tratamento que de fato removeu, em vez de mascarar os sintomas do zumbido, a evidência clínica de sua segurança e eficácia vão abrir caminho para o tratamento de uma gama maior de pacientes — disse Mark Williams, um dos especialistas da Clínica do Zumbido, ao jornal britânico “The Independent”.

A clínica londrina está financiando um ensaio com um maior número de pacientes na Universidade de Nottingham, e submeteu um pedido de avaliação da terapia ao Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica (Nice), que, se deferido, pode fazer com que o tratamento se torne disponível no sistema público de saúde da Grã-Bretanha.

http://oglobo.globo.com/saude/nova-terapia-a-primeira-reduzir-zumbido-no-ouvido-4379005#ixzz1rNOGS4yg

Saúde do Idoso






OS IDOSOS DEVEM CONSULTAR UMA FONOAUDIÓLOGA QUANDO HÁ:

- diminuição do paladar (não consegue mais sentir plenamente o gosto dos alimentos, ocasionando aumento na adição de temperos)

- diminuição da saliva

- lentidão na hora da mastigação, seja pelo envelhecimento dos órgãos como a língua ou por uso errado da prótese (dentadura)

- ter que fazer o ato de engolir várias vezes para que o alimento todo desça

- dificuldade em engolir alimentos duros, fibrosos e secos

- engasgos freqüentes e tosse após engolir

- a voz torna-se grave em mulheres e aguda nos homens

- mau uso de aparelhos de amplificação auditiva

- presença de refluxo gastro-esofágico

- próteses dentárias (dentadura) mal adaptadas

- dificuldade ou incapacidade de escutar e/ou distinguir sons, principalmente em ambientes ruidosos.




Fonoaudiológa Juliana Piassi

De: Cuidar de Idosos

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Artigos para download



Impacto da atividade laboral de teleatendimento em sintomas e queixas vocais: estudo analítico


Dimensões do palato duro de respiradores nasais e orais por diferentes etiologias


Tipo facial e postura de cabeça de crianças respiradoras nasais e orais


Qualidade de vida de pais/cuidadores de crianças e adolescentes com síndrome de Down


Habilidades psicolinguísticas e escolares em crianças com mielomeningocele


Fluência e compreensão leitora em escolares com dificuldades de leitura


Alterações de fala em escolares na cidade de Belo Horizonte


Função motora fina, sensorial e perceptiva de escolares com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade


Função do sistema olivococlear medial em crianças com desvio fonológico


O teste Gaps-in-Noise: limiares de detecção de gap em crianças de 9 anos com audição normal


Tradução e adaptação do questionário ABEL: Auditory Behavior in Everyday Life para o Português Brasileiro


Triagem auditiva neonatal em recém-nascidos de mães soropositivas para o HIV


Relatos de Caso


Processamento auditivo na perda auditiva unilateral: relato de caso


Disfagia e acidente vascular cerebral: relação entre o grau de severidade e o nível de comprometimento neurológico



Fonoaudiologia Baseada em Evidências




Produção fonoaudiológica sobre voz no canto popular



Comunicação Breve


Equivalência cultural da versão brasileira da Voice Symptom Scale: VoiSS



Artigo Especial


Redação científica e a qualidade dos artigos: em busca de maior impacto



Postado por Blog da Fono/

Jornada Internacional de Fonoaudiologia




Como evitar alguns problemas fonoaudiológicos



Chamamos de mordida aberta anterior quando os dentes anteriores não se tocam, mesmo que haja um contato dos dentes posteriores.

É comum esta forma de oclusão (mordida) em consequência dos hábitos orais inadequados (como a mamadeira, a chupeta ou chupar o dedo) com frequência e/ou por período prolongado. Também pode haver influência genética na modificação dentária.

Esta alteração interfere na respiração, mastigação, na deglutição (engolir) e na fala. O aparelho ortodôntico pode ajudar no reposicionamento dos dentes, mas às vezes é necessária ainda correção cirúrgica.

A melhor conduta é evitar que o problema se instale, eliminando hábitos orais precocemente, preferencialmente até 2 anos de idade.

Para sanar qualquer dúvida, fale com seu fonoaudiólogo.




Leia mais sobre o uso da mamadeira aqui .




Imagem: foto do arquivo pessoal.







De:lugardafala.bolgspot.com






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quinta-feira, 5 de abril de 2012

A Voz. Drª Silvia Pinho

Amamentação


Video que demonstra a técnica correta da sucção no seio, como um RX, mostrando a fisiologia da sucção e deglutição do leite materno.

terça-feira, 3 de abril de 2012