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quinta-feira, 17 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Pesquisa britânica indica que células-tronco podem curar a surdez
Implante de células troncos que se comportam como neurônios auditivos podem restaurar a audição

Uma equipe da Universidade de Sheffield, em Londres, anunciou a descoberta de como fazer as células-tronco se comportarem como células sensoriais ciliadas, ou neurônios auditivos, que poderiam então ser cirurgicamente implantadas no ouvido para restaurar a audição perdida.
O pesquisador Marcelo Rivolta disse que essa abordagem, que está sendo testada em animais, tem um potencial significativo, mas ainda falta muito para ser oferecido a pacientes. Vai levar vários anos antes que estejamos em condição de começar a fazer testes em humanos disse ele por telefone.
As células que captam os sons só podem ser criadas no ventre, o que significa que não há como restaurá-las quando danificadas, o que resulta em perda permanente da audição. Mas essa situação pode ser dramaticamente alterada pelo uso das células-tronco - "manuais de instrução" capazes de dar origem a qualquer tecido ou órgão do corpo - para gerar esse tipo de célula em laboratório.
A pesquisa segue os passos de um outro grupo britânico que, num trabalho mais avançado no campo oftalmológico, pretende realizar em 2010 ou 11 os primeiros testes clínicos com células-tronco para o tratamento da degeneração macular, uma causa frequente da cegueira em idosos.
Os médicos esperam no futuro usar as células-tronco para tratar diversas doenças, como o Mal de Parkinson, diabetes e câncer, mas abordagens localizadas para os olhos ou ouvidos podem ser um promissor primeiro passo, já que há menos células envolvidas. Rivolta e seus colegas usaram células-tronco fetais, embora também estejam investigando o potencial de células-tronco embrionárias e adultas. Estudos em laboratório mostram que as novas células derivadas do tecido fetal se comportaram e funcionaram como as células normais em ouvidos em desenvolvimento.
Esta pesquisa é incrivelmente promissora e abre possibilidades excitantes ao nos deixar mais próximos de restaurar a audição no futuro - afirmou Ralph Holme, diretor de pesquisas biomédicas do Real Instituto Nacional para os Surdos da Grã-Bretanha, que participou do financiamento da pesquisa. Detalhes da pesquisa foram publicados na revista "Stem Cells".
(O Globo)
Uma equipe da Universidade de Sheffield, em Londres, anunciou a descoberta de como fazer as células-tronco se comportarem como células sensoriais ciliadas, ou neurônios auditivos, que poderiam então ser cirurgicamente implantadas no ouvido para restaurar a audição perdida.
O pesquisador Marcelo Rivolta disse que essa abordagem, que está sendo testada em animais, tem um potencial significativo, mas ainda falta muito para ser oferecido a pacientes. Vai levar vários anos antes que estejamos em condição de começar a fazer testes em humanos disse ele por telefone.
As células que captam os sons só podem ser criadas no ventre, o que significa que não há como restaurá-las quando danificadas, o que resulta em perda permanente da audição. Mas essa situação pode ser dramaticamente alterada pelo uso das células-tronco - "manuais de instrução" capazes de dar origem a qualquer tecido ou órgão do corpo - para gerar esse tipo de célula em laboratório.
A pesquisa segue os passos de um outro grupo britânico que, num trabalho mais avançado no campo oftalmológico, pretende realizar em 2010 ou 11 os primeiros testes clínicos com células-tronco para o tratamento da degeneração macular, uma causa frequente da cegueira em idosos.
Os médicos esperam no futuro usar as células-tronco para tratar diversas doenças, como o Mal de Parkinson, diabetes e câncer, mas abordagens localizadas para os olhos ou ouvidos podem ser um promissor primeiro passo, já que há menos células envolvidas. Rivolta e seus colegas usaram células-tronco fetais, embora também estejam investigando o potencial de células-tronco embrionárias e adultas. Estudos em laboratório mostram que as novas células derivadas do tecido fetal se comportaram e funcionaram como as células normais em ouvidos em desenvolvimento.
Esta pesquisa é incrivelmente promissora e abre possibilidades excitantes ao nos deixar mais próximos de restaurar a audição no futuro - afirmou Ralph Holme, diretor de pesquisas biomédicas do Real Instituto Nacional para os Surdos da Grã-Bretanha, que participou do financiamento da pesquisa. Detalhes da pesquisa foram publicados na revista "Stem Cells".
(O Globo)
Dor de cabeça e ATM
Metade dos casos de dor de cabeça está ligada à mandíbula
A dor é na cabeça, mas a causa pode estar na boca, ou melhor, na mandíbula. Especialistas estimam que 50% das cefaleias estejam ligadas a distúrbios da ATM (articulação temporomandibular).
Esses problemas podem causar dores de cabeça, às vezes confundidas com enxaqueca. E o caminho até o diagnóstico pode ser longo.
Segundo o dentista Paulo Conti, do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP de Bauru, poucas pessoas associam a dor de cabeça à mandíbula.
Mesmo assim, um terço da população tem pelo menos um dos sintomas do distúrbio, como dor, estalo ou dificuldade para abrir a boca.
"Muitas vezes nem os médicos fazem essa associação. O paciente chega ao consultório do neurologista com dor e ele não imagina que o problema possa estar na ATM."
Ele preside a SBDOF (Sociedade Brasileira de Disfunções Temporomandibulares e Dor Orofacial), criada por ele há alguns meses para dar orientações sobre a ATM.
De acordo com o dentista Rodrigo Bueno, consultor científico da ABO (Associação Brasileira de Odontologia), a diferença entre a dor de cabeça da ATM e a da enxaqueca está na localização.
"A dor causada pelos distúrbios da ATM está mais na região lateral. E é tão aguda que a pessoa fica em dúvida se o incômodo é na cabeça, no ouvido ou nos dois."
Foi graças à dor de ouvido que a professora Marisa Rogati, 56, de São Paulo, descobriu, há dois anos, a causa de sua dor de cabeça, com a qual conviveu por quase 20 anos.
O otorrino disse que poderia ser algo relacionado à ATM, e a ortodontista confirmou a suspeita. "Nunca imaginei que a dor pudesse ter algo a ver com os dentes."
Desde os 35 anos, ela acordava com fortes dores de cabeça. "Achava que era o travesseiro. Saía um modelo novo e eu comprava." Como tratamento, usou aparelho ortodôntico por cerca de um ano.
| Editoria de arte/Folhapress | ||
DOSE DUPLA
Segundo a ortodontista Leda Losso, os problemas de ATM podem vir junto com a enxaqueca. "Mas solucionar os distúrbios da ATM já faz com que a pessoa lide melhor com a enxaqueca."
É o caso de Julieta Anazetti, 58, que tem enxaqueca desde criança, assim como outros membros da família.
"Depois dos 38 anos, as crises ficaram mais fortes e aconteciam de madrugada."
Julieta travava a boca ao ficar tensa, o que desencadeou os distúrbios da ATM. Hoje, usa uma placa no céu da boca que a impede de pressionar os dentes. O tratamento acabou com as dores na ATM e melhorou a enxaqueca.
"Em 20 anos fiz muitas tomografias e ressonâncias magnéticas e tomei remédios. Fui a vários médicos, que nunca suspeitaram da ATM."
Para quem convive com fortes dores de cabeça, o ideal, segundo Losso, é consultar também um ortodontista.
MARIANA VERSOLATO
SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
Texto de :
sexta-feira, 6 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Revista sociedade brasileira de Fonoaudiologia - vol.15 no.4 São Paulo dez. 2010. Contém todos os artigos originais em pdf, prontos para baixar!!!
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